Como Consultora de Imagem, a cartilha nos diz que precisamos valorizar o corpo em busca do equilíbrio perfeito do biotipo ampulheta. A pressão estética em todas as mídias é agressivo e quase não conseguimos fugir ilesos. A necessidade de modelar o corpo em busca desse equilíbrio inalcançável da imagem artificial e estática. Mas quis trazer hoje a ideia de que não precisamos estar nesta busca constante, usar uma peça de valor afetivo trará muito mais conforto e confiança do que aquela da última tendência que não traga nenhum tipo de afeto, que você usa como uniforme para se sentir pertencente a tal grupo, estilo ou classe.
Me conta aqui, você sente essa necessidade? Tem dificuldade de usar peças que não valorizam seu corpo?
Linha de raciocínio lógico ou nem tanto que segue após tal questionamento:
a quem interessa as curvas dos corpos bem acentuadas? a quem queremos agradar exibindo corpos esculturais? um corpo que sofre na busca do encaixe perfeito nos moldes pré estabelecidos?
como eu poderia, diante tais questionamentos, me reconhecer Consultora de Imagem e Estilo? Falar sobre tendências eurocentradas, globalizadas que visam apenas atender a velocidade impetuosa do mercado?
COMO FAZER MODA??? E ESSE MERCADO SATURADO??
anticapitalista e precisando de dinheiro pras contas
mas e o meio ambiente? e o deserto do Atacama soterrado de lixo têxtil??
tem o prazer estético da transcendência divina, de vestir uma roupa legal, de fazer suas próprias roupas legais. E a maioria ~acho~ de pessoas que usam roupas todo dia. precisam de roupas que sejam feitas de forma responsável.
toda a cadeia de produção têxtil precisa se responsabilizar. voltamos ao início, precisamos “””ultrapassar””” essa fase histórica da cultura/psique humana.
obviedades.


Deixe um comentário